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Minhas galinhas continuam vivas no quintal!

O País vive uma guerra interna de concepção política jamais vista. A mioria do povo brasileiro tomou uma decisão usando a soberania democrática do voto, e aqueles que não tiveram o mesmo posicionamento vivem condenando um governo que está apenas iniciando o segundo ano de um mandato eleito para quatro.
A mudança foi mesmo abrupta, pois, estávamos acostumados e conformados com a alternância de grupos no comando do Palácio do Planalto e seu entorno, quando tudo acontecia com a conivência de parte da grande mídia, para depois receber em troca as pomposas verbas públicas pela rubica de publicidade. 
Governantes eram eleitos com propostas de "caçadores de marajás", "combate à corrupção", "transparência total das contas públicas", enfim, verdadeiros salvadores da pátria, que depois, facilmente, desviavam os seus propósitos em nome da "governabilidade". 
Aquele que não compreendesse a tradução da "governabilidade", e não dividisse sua administração com os ocupantes das cadeiras do Congresso Nacional para alcançar uma maioria necessária para tramitar seus projetos apresentados e aprovados pela vontade popular, sofriam "pressões" de todo tipo, inclusive, de não concluir o mandato. A história tem esses registros.
Com esse formato político administrativo, os brasileiros ouviam discursos populistas, enquanto nos gabinetes ocorriam negociatas envolvendo verba pública, que depois foi revelada como "mensalão" por um dos contrariados pelo tamanho da fatia do bolo que lhe sobrara. Se tivesse recebido o que desejava, talvez ainda tivéssemos bancando esse "buffet financeiro" dos nossos impostos.
Assim foi com os governos anteriores, e com os agravantes que foram revelados, restaram evidentes que havia mudado apenas os nomes dos comandantes, mas, os "modus operandi" continuavam e com mais periculosidade. Uma lástima.
Diante da crise moral que se instalou no País, deixando a população decepcionada por tudo que tomava conhecimento, eis que surge de dentro da Câmara Federal, por incrível que pareça, uma voz bradando que era preciso "banir" a estrutura petista do comando da Nação. 
Sozinho com esse discurso forte contra o Partido dos Trabalhadores, o então deputado federal Jair Bolsonaro foi conquistando adesões em todo País, chegando desacreditado para vencer uma eleição presidencial até poucos meses antes da data do pleito.
Surpreendentemente, já candidato por um partido pequeno, sem tempo de televisão para apresentar suas propostas, e com pouco dinheiro, Bolsonaro se tornou um "mito", e multiplicou as adesões em seu favor numa velocidade impressionante.
Não seria demais dizer que o atual presidente da república venceu o primeiro turno da eleição apenas com o povo. Políticos outros estavam envolvidos com as demais candidaturas, e chegaram para próximo de Bolsonaro quando o processo eleitoral já acenava para uma vitória do tal "mito".
Eleito presidente, o capitão que de "bobo" não tem nada, pois, conhece como ninguém os corredores do Congresso Nacional e o que lá acontece, afinal, saiu de lá para botar a faixa presidencial, tratou de emplacar sua administração como havia prometido, quando começou a encontrar as velhas práticas, tentando lhe pressionar para a tal "governabilidade".
Bolsonaro é mesmo um "falastrão". É preciso refletir antes de se pronunciar publicamente, como exige a liturgia do cargo que ocupa, entretanto, não é possível mais concordar que um governante tenha que se render aos demais poderes para imprimir e tocar sua gestão.
O respeito aos demais poderes é "Cláusula Pétria", contudo, é flagrante o desejo do judiciário e legislativo de intervir no executivo. São muitos os interesses feridos por decisões tomadas de um governo independente.
Sem muita delongas, é preciso dizer que desde janeiro de 2019 conto minhas galinhas no quintal e elas continuam lá, diferente do passado que a toda hora encontrava uma ave morta.  

Barra dos Coqueiros

Esse registro fotográfico durante o carnaval pode se repetir durante a eleição deste ano na Barra dos Coqueiros. Com sorrisos de orelha a orelha brincaram juntos o atual vice-prefeito Alysson, o ex-prefeito Gilson, o ex vice-prefeito Caducha e mais dois pré-candidatos a veredaor do município. Anote aí! 

SES adverte: CORONAVÍRUS

Mediante o primeiro caso confirmado de Coronavírus (Covid-19) no Brasil, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) orienta as pessoas que viajaram para os seguintes países: China, Alemanha, Austrália, Emirados Árabes, Filipinas, França, Coreia do Sul, Coréia do Norte, Itália, Irã, Japão, Vietnã, Tailândia, Singapura, Camboja e Malásia, que informem a Secretaria de Saúde do seu município assim que retornar, para receber as orientações necessárias.
Se não tinham os sintomas como febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, entre outros), mas esteve em alguns destes países dentro do prazo de 14 dias, e passou a apresentar os sintomas, entre em contato com a Secretaria de Saúde do seu município ou a unidade de saúde de sua referência para receber as devidas orientações.
A Secretaria de Estado da Saúde informa que não recebeu notificação de casos suspeitos de coronavírus em Sergipe e orienta a população a seguir algumas recomendações, como: Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas; Realizar lavagem frequente das mãos; Utilizar lenço descartável para higiene nasal; Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir; e Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca.
Qualquer dúvida pode entrar em contato com o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) através do número 0800 282 2822.

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