Pular para o conteúdo principal

Cartões amarelos e vermelhos são critérios de classificação em caso de empate nesta Copa


A Copa do Mundo da Rússia vai usar pela primeira vez o número de cartões amarelos e vermelhos como critério de desempate das seleções na primeira fase do torneio. 
Se dois ou mais países terminarem a etapa de grupos empatados, a Fifa estabeleceu três regras até que os cartões decidam o classificado.

A primeira delas é o saldo de gols. Classifica a seleção que fez mais gols do que sofreu.
O segundo critério é o número de gols marcados. Passa para as oitavas a equipe que marcou mais vezes na fase de grupos. 

A terceira regra é o confronto direto. Quem venceu o jogo, passa de fase. 
Aí o Fair Play entra em campo. Mas a contagem dos cartões não vai ser simples. Cartões amarelos, vermelhos e a forma que os jogadores serão punidos têm pontuações diferentes.
Um cartão amarelo vale menos um ponto.
Um cartão vermelho, depois do segundo amarelo, conta menos três pontos.
Um vermelho direto a seleção perde quatro pontos.
Um amarelo e um vermelho em seguida são cinco pontos a menos para a equipe.
Com isso, os jogadores têm de se preocupar também com o VAR.
No jogo em que a Sérvia venceu a Costa Rica por 1 a 0, o atacante sérvio Prijovic deu um tapa no rosto de Acosta. O árbitro senegalês Malang Diedhiou usou o recurso tecnológico para ver se era falta grave ou não. Prijovic levou o cartão amarelo.
Se depois dos quatro critérios as seleções continuarem empatadas, a Fifa faz um sorteio e define o país que vai para fase de mata-mata. 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Secretária de saúde de São Francisco dá péssimo exemplo de isolamento social

Ontem, 4, foi o último dia para que os partidos políticos recebessem os seus novos filiados, cumprindo o prazo determinado pelo calendário eleitoral para as eleições 2020. No município de São Francisco, um evento de filação do MDB local, comandado pelo ex-prefeito Ailton Nascimento, esposo da atual prefeita Alba Nascimento, chamou atenção pelo descumprimento total ao apelo que tem sido feito pelas autoridades sanitárias, inclusive no próprio município, através da sua secretaria municipal de saúde, para combater o Covid-19, Coronavírus. Não bastasse a aglomeração, a própria secretária de saúde de São Francisco, Rosiane, esteve no local e pousou para foto (de boné preto) com o grupo que se encontrava no local. Péssimo exemplo! A foto circulou rapidamente nas redes sociais, quando surgiu uma postagem de uma agente de saúde, agravando a  irresponsabilidade cometida pela gestora da saúde municipal. Na mesnsagem (veja imagem) a agente critica o ato da secretária, e revela que no gru

Governador Belivaldo anuncia extinção da SECOM

Durante o programa "Papo Reto" que o governador Belivaldo Chagas faz semanalmente, foi anunciado na edição desta terça-feira, 14, a extinção da Secretaria de Estado da Comunicação - SECOM, que será transformada em superintendência de comunicação. O atual secretário da pasta será efetivado no Turismo, segundo o governador, com a simpatia do trade turístico, com quem Sales vinha tratando de algumas ações para o setor, até quando sofreu o impacto imediato diante da pandemia do Covid-19. Junto com esse anúncio, Belivaldo também disse que outros cortes serão feitos na administração estadual, como a redução de veículos locados, cargos, e gratificações. As medidas estarão publicadas num decreto, o que segundo o executivo estadual, deverá constar no Diário Oficial entre amanhã ou depois.

Decisão do ministro Alexandre de Moraes é temerária para um dos maiores constitucionalista brasileiro, Ives Gandra Martins

O artigo a seguir foi extraído do endereço eletrônico registrado no final, e tem a autoria de um dos maiores constitucionalista brasileiro, Ives Gandra Martins, que faz referência, inclusive, à possibilidade de intervenção militar diante da desordem e desarmonia entre os poderes (em negrito no texto). Leia na íntegra: "Harmonia e independência dos poderes? Por Ives Gandra Martins Aos 85 anos e mantendo amizade e admiração com e por grande parcela dos juristas brasileiros e muitos estrangeiros, de todas as colorações ideológicas, é sempre com constrangimento que, no dever que me imponho de cidadão, sinto-me na obrigação de expor opinião contrária àqueles expoentes do direito, que, sendo amigos, encontram-se em funções públicas. Ao ler a Constituição, cujos trabalhos acompanhei de perto, participando de audiências públicas, oferecendo textos, alguns aprovados pela Constituinte e, informalmente, assessorando alguns constituintes, não consigo encontrar nenhum dispositivo que